Infelizmente, percebe-se que grande parte das mulheres condicionam-se em um dos dois lados, e as que procuram o lógico e confortante equilíbrio, são as raras 1:289 (dentro dos meus conhecimentos, as proporções são algo deste tipo).
Revendo o texto acho até que poderia fazer alguns adendos, para esclarer algumas frases obscuras. Quando digo, por exemplo, daquelas garotas de postura, digamos assim, conservadoras, não quero dizer que só sabem chorar e obedecer XXY… Elas têm pulso, vigor, e sabem sim como portar-se diante da sociedade como cidadãs, como toda mulher dignaria-se em se comportar. Ainda assim, não se sentem seguras o bastante para tomar um posto social ante o visível machismo perdurador, que seria o fogo libertador deste tipo de preconceito para elas.
Do mesmo modo, há aquelas que sabem muito bem que a igualdade socil conquista-se com pulso firme, e busca um lugar seguro na sociedade atual. Contudo, algumas obstinam-se de tal forma que, quando expõem uma faceta mais branda, chegam até a parecerem mais indefesas do que as primeiras.
Ademais, o fato de estarem sempre em busca desta bandeira de igualdade acaba fazendo com que elas acabem ultrapassando-na, postando-se sempre como superiores e de forma hostil, e gerando o feminismo preconceituoso tal qual o machismo. É visível (digo por mim), que na medida em que isto ultrapassa as barreiras sociais e esbarra no campo dos relacionamentos, acaba gerando transtornos aborrecedores. Reações descabidas, brigas, distonância, e até inimizades.
Gostaria de concordar contigo em relação ao equilíbrio, pois seria muito agradável conviver com alguém que possua tais atributos, e saiba discordar quando preciso, concordar quando viável, submeter caso necessário e sobressair sempre que devido. Estupendo! Exemplo de vida afetiva harmoniosa! Mas quem dera a escala HomemConsciente:MulherIdeal fosse mais relativa a ponto de me atingir…
@Rinaldi (pong): Lisonjeado pelos elogios, mas não falo mais que bobagens das minhas células cinzentas… Mas se serve-te para algo, sinto-me útil.