Este sou eu. Uma foto pequena refletida sobre uma sala cheia de grandes espelhos.
O quanto a gente tem que pagar pelo que reclamamos nos outros?
É o tanto que precisamos fazer daquilo que reclamamos.
O quanto devemos pagar por aquilo que erramos?
É exatamente sofrer do seu próprio erro com juros…
Mudanças são algo incômodo, justamente porque tiram sua comodidade, seu apoio.
Mudar… achei que não ia precisar mais disso, com certa ingenuidade.
Eu não queria ser alvo de mudanças, nem minhas nem de outras pessoas. Nem o gatilho.
Tenho que me acostumar com elas, pois nunca deixarão de ocorrer, embora possam me assustar.
Alguém aí se lembra daquele post de quase um ano atrás que dizia: “estou em reconstrução, volto assim que parar o zunido”?
(ou parecido)
Repito a vocês. Só acrescentando, sem medo de ser julgado, que “zunido” significa “crise de identidade”.
Sim, sou uma pessoa desencontrada. Tenho apenas que aprender, com muito esmero, a usar toda este dom de criar para o bem e esquecer as formas em que isto me faz mal.
E nunca mais machucar ninguém. E nunca mais me perder de mim mesmo.
… que lixo e que lixo.
Os posts estão caindo como spam, mas os do Mário não. E eu estou logado o tempo todo.
Entender? Nem fodendo.
E Mário, não sei nem a senha do proxy deste lixo, quanto mais pensar em usar IMs… ¬¬
(Acabo de ver que meu gerente está aqui… puta merda ><)
E nem pra ter o meu banco dentro deste banco aqui…
Vou ter de andar mais que camelo quando sair daqui.
Então, só pra atualizar… levei tropicão no mesmo local de novo, e desta vez sem garota para olhar!
PS: Deve estar amaldiçoado, aquele lugar!
PS2: Olha que voltava do serviço, e nem ao menos bebi, para obter um álibi…
PS3: Continuo desejoso de jogar… mas se quiser emprestar um PS2 com Durge of Cerberus, já fico agradecido.