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Archive for the 'Percolate' Category
M:TG Toolbar

É por isso que eu amo esta liberdade toda do SL! Estava eu caçando o language pack para língua portuguesa no Firefox Add-ons, e me deparo com uma toolbar até então inusitada: Magic:The Gathering Toolbar.

Sim, até isso! E poupa-nos daquelas janelas de pop-up exaustivas que sobem toda santa vez que procuramos uma nova carta no Gatherer. A M:TG Toolbar está disponível bem aqui.

Depois disso ( e de quitar minhas dívidas e passar a ter um salário mais gordinho… uff), quem sabe eu volte a viciar no card game mais famoso do universo conhecido?

PS: Qualquer dia passo a “receita” do meu deck carinhosamente apelidado “Coffeebreaker” e, quem sabe, do SITH…

.hack//A lenda do bracelete do crepúsculo

Bastante interessante, para um pobre geek, este título. Não, não o título do post, e sim esta obra fictícia em forma de mangá.

Estive esperando já a algum tempo a chegada de .hack no Brasil, até para conferir direitinho do que se tratava (sim, aquela questão de defender uma ética hacker…). Como nem paciência nem grana tive para adquirir o original em japonês, aguardei por cerca de dois anos até este lançamento da Editora JBC.

Aliás, outro fator crucial pelo qual eu não fui atrás do shônen antes é meu pé atrás com a Clamp. Sabe, estas personagenzinhas SD de aspecto infantil envolvidas em estórias sci-fi mirabolantes (vide Akira Toriyama) até para os irmãos Wachowski (vide V for Vendetta, The Matrix) nunca foram meu escopo…

Entretanto, como eu esperava, esta empreitada é *bem* mais interessante que outras coisas que já vi do Clamp (bom, salvo X e Tokyo Babylon… e, vejam, é a minha opinião). Lógico, ainda mantém o perfilzinho pré-adolescente, mas é bem mais envolvente.

Ok, assumo, talvez isto ocorra pelo fato de eu ser techie e ficar viajando na maionese nas questões técnicas que envolveriam a trama. Mas vale a pena, até por usar uma temática bem mais próxima de uma realidade (virtual) de diversos geeks viciadinhos em MMORPG (Massive Multiplayer Online Role Playing Game, para os íntimos). Bom, mas ainda mirabolante, como toda produção do Clamp…

Uma breve sinopse: Shugo e Rena são irmãos gêmeos de 14 anos de idade. Rena atualmente está jogando um MMORPG super famoso, um tal de The World, que utiliza como tecnologia um FMD (Face-Mounted Display, tipo aquele joguinho de guerra dos arcades (esqueci o nome, mal…), que você coloca o capacete na cabeça e sai atirando na galera… só que este é levinho como um 3D-glass), e decide apresentar o jogo para o irmão.

Shugo, “maduro demais para jogos”, desaprova a idéia a princípio (coisa pra nerds e tudo), mas decide testar, visto que Rena foi sorteada com uns avatares limitados, atribuídos como sendo os dos lendários .hackers (sugestivo, não?), que são tidos como os únicos jogadores a desvendarem o “Último mistério” (seja lá o que isso for…). No fim, o cara começa a gostar da idéia, e começa a jogar com a “mana” (motivos para as aspas no noticiário das 11). Daí, numa destas de proteger Rena de um Golem, Shugo morre… mas é estranhamente revivido por uma garota de olhão esbugalhado e vestido branco, chamada Aura, que além de revivê-lo, entrega um bracelete deveras misterioso, além de dar uma bitoca na boca do rapaz (que fala mal de nerd, mas cujo este é o primeiro beijo da vida dele, e ainda por cima é virtual). Daí pra frente, o cara se empolga e decide encarar a aventura, e motivos não faltam… Agora ele quer reencontrar a Aura, que de quebra diz a ele que será aquele a reviver a lenda dos .hackers, entender o que isto por acaso significa, e também dar uma sova de leve no paladino que está segurando a irmã dele no colo quando ele volta à vida, um tal de Balmung…

E assim, a estória come solta, rumo a descobertas surpreendentes dentro deste mundo virtual que possui muito mais que bytes e artworks… (rola trama política, oba!) E dá até pra pirar nas idéias técnicas e tentar prever o futuro da trama, caso habilite-se. E o legal: sem colocar aqueles estigmas preconceituosos de que hackers são a escória (visto na figura dos .hackers, que são tidos como os mestres do The World (mas como uma ameaça também… tanto virtual, como tecnológica, ou política, como toda elite…)).

Neste momento, a edição em banca é a #3, mas creio que ainda dê pra achar as duas edições anteriores em algumas bancas. No mais, nada que uma passadinha na Comix não resolva…

Arte de Rei Idumi e roteiro de Tatsuya Kamazaki, para não esquecer a citação autoral.

Agora vivo uma vida saudável (ou Os buttons dominarão o mundo…)

Devo dizer que, desde “Entre facas e band-aids”, muita coisa mudou na minha rotina, e no comportamento deste vil escrevente. Me tornei melhor em partes, pior em outras, e cheguei à algumas conclusões fundamentais:

+ Não se pode ser sempre perfeito para todos;

+ … Mas posso continuar sendo eu da mesma forma, pois foi assim que o mundo me viu e me adotou;

+ Não mudo as posturas, mas até mudo os pontos de vista, se necessário;

+ Amo mesmo, e daí? E se você não gosta disso, tente a sorte com a sua razão e a mútua dominação com que acostumaste…;

+ … O que não me tira do raciocínio lógico, que me põe à frente e garante meu sustento, graças ao bom Deus;

+ Tenho que cuidar da saúde como um todo, não só a mental, mas também a física;

+ E isto não é papo de metrossexual, e sim de gente saudável, consciente;

+ Preciso me inteirar deste papo de bem-estar, qualidade de vida, saúde… e nada melhor do que me afiliar a uma corporação que lida com isso;

+ Não devo ter vergonha de gostar de tudo o que faço;

+ Embora não precise ser perfazista e ficar espalhando aos quatro cantos…

+ (Mas quando convém…);

+ Preciso emagracer… até pra continuar com minha “sindrome da diferença”;

(Afinal de contas, 80% das pessoas de TI que conheço estão acima do peso, e como faço questão de ser diferente de tudo, custa o quê ficar no peso?)

+ Mudar hábitos alimentares e deixar de ser sedentário 100% também não parece mau;

Bom, em suma: Aprendi que condicionar meu corpo e minha mente para o que vem, e para deixar para trás o que veio e parece distante agora, seria um grande passo para que meu futuro chegue com a convicção que desejo, para mim e para quem tenho apreço. É, sou louco de fato, pois continuo insandecido como antes (até tanto mais), e ainda busco razão para viver uma nova vida, saudável de todo.

(falei que estive me reconstruindo… (^U^) )

Em relaçao ao subtítulo: Depois que passei a adotar programas de nutrição celular, comecei a ver tanta gente de button… Nunca vi tantas vezes a categórica frase “Quer emagracer? Pergunte-me como!”. Até parece praga, e eu até entendo porque tem gente que torce o nariz pra esta história! (^-^)
Acho que este treco de nutrição celular vai dominar o planeta daqui a pouco… Mas hoje até acho que isto pode fazer mais bem do que mal. Veja bem, é melhor que a Microsuckit (que nos deixa sedentários, neurotizados, nervosos, ignorantes, e ainda ranca nossa grana com licença de janela! (T_T) )… Ao menos estarei consumindo saúde, vamos convir.

(Se você quiser, até posso falar a respeito também… mas fica pra outra hora, não estou muito a fim de fazer propaganda a esta hora (mais que isto, ao menos))

Um mês depois…

Sabe quando você está verboso e criativo demais, o bastante para escrever até scraps para o seu alter ego? Pois é, dia da sorte!

Afinal, após alguns 2.5 meses de atividade escassa e fraquejante, decido postar algo de novo por aqui. OK, OK… não esperem por posts diários super-atualizados, e cheios de dicas úteis e vitais.

(Até porque já tem gente boa demais fazendo isso por aqui… )

Mas até dá pra fazer alguma algazarra, e quem sabe postar coisas o mínimo interessantes. Bom, se você é daqueles seres que morrem para entrar em weblogs e saber da vida alheia, dar-lhes-ei um tostão de minha contribuição.

A pergunta que não cala: porque, após meses de inatividade, decido escrever algo tão explicativo e sem o mínimo de conteúdo utilizável?

Bem, eu falei que estava meio verboso hoje…

Entre facas e band-aids

Assim me encontro hoje. Nem sei bem ao certo como agir numa situação dessa. Ser frio ou ser brando? Ficar tranquilo ou inquieto? Sei lá…

Daqui a algumas horas, talvez eu escreva algo novo a respeito. Não compreendo certas atitudes femininas. Aliás, finalmente encontrei alguém tão desafiadora ao ponto de não poder ser compreendida por mim. Mas este tipo de brincadeira não é muito amistosa, confesso.

Que fazer? Primeiro me vem com palavras afetuosas, parece gostar do meu amor… e depois? Enfia a faca e diz que não quer me ver, e que quer se afastar de mim. Aí, outra remessa de band-aid para me aliviar. Mas qual será a próxima?

Nem posso dizer… Quem sou eu para prever algo? E, afinal, ninguém mandou ficar apaixonado por uma louca? (Sem ofensas, sabe que todos nós somos mesmo…)

Que, todavia, me faz muito bem, e obrigado.

Cartas extraviadas I

Cada dia que vivo, vejo o quão sou impulsivo, mesquinho, inconstante…

Cada ato que faço, nem aos pés chego da real representação.

Cada coisa que penso, sequer chega a seus ouvidos.

E nem mesmo saem de minha boca vazia…

Vejo que teclas e instruções são meios de expressão vitais.

Quando sei que consigo tudo aqui, que não consigo aí.

E, embora esteja sendo demasiado idiota.

Escrevo em dedicatória coisas que não lerás.

A quem os nomes se confundem, daquele que confunde a si mesmo.

Que perdure a felicidade contida, ao passo que há a mentira consoladora.

Com direito a replay (ou parábola de um geek imbecil)

Eis que conto a seguinte história a uma pessoa:

Após caminhar um longo caminho, eis que o viajante volta a uma velha floresta. E, seguindo em frente, depara-se com uma conhecida bifurcação.

O dilema: é sabido que tanto um caminho como outro levam a uma vala.

Em uma delas, a queda não é tão grave, mas há uma grande quantidade de espinhos onde pode-se acontecer algo de muito ruim ao corpo. Em outra, o abismo é profundo, entretanto alguém habilidoso conseguiria saltar e atravessá-lo sem problemas.

Eis o problema: o primeiro não é fatal, mas pode machucar; o segundo é um risco, e pode não ter volta.

Tão ruim quanto seria não seguir. Ficar esperando ocasionaria fome, frio, ou mesmo a morte por algum animal faminto.

Bom, blablabla à parte, acho que as morais desta parábola são as seguintes:

Pessimista: “Se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come!”

Prevenido: “Ir a uma floresta sem coberta, comida e espingarda é pedir para morrer!”

Bem, quanto a mim, minha moral, como viajante errôneo que sou… é que, certas vezes, deixamos os anéis para manter os dedos, seguindo a razão, e mesmo sabendo que podemos sofrer mais. Mas é certo que, se dependesse do coração, preferir-se-ia ficar sem os dedos.
Relevem este tópico meloso, ok? Apenas um momento de desabafo.

Sobre cafés e afins

Antes que alguém me pergunte o porquê de Coffeebreak estar sob Computers e ter tanta biodiversidade.

A tag Coffeebreak é aquela típica daquelas conversas da hora do café, aquele do meio da manhã ou depois do almoço. Por isso de ser tão off-topic.

Mas veja: café e computadores vivem em plena harmonia!

Café e off-topic: combina;

Café e computadores: combina (especialmente a essas horas…);

computadores e off-topic: combina;

Logo, não há o que discutir. E mesmo que houvesse: o blog é meu… :-P