Archive for the 'Corporative IT' Category
QOTD

“A necessidade de difamar e de criar imagens exagerando supostos ‘defeitos’ psicológicos naum passa da necessidade de auto-afirmaçao. Falar mal dos outros com a finalidade de se sentir superior ou de fazer a cabeça de outras pessoas e o consolo dos invejosos, ciumentos, recalcados e daqueles com complexo de inferioridade.  Tambem uma caracteristica tipica de quem naum consegue seguir em frente se naum for amado, adorado e perdoado por tudo que fez de errado na vida, por todos os erros que cometeu - exigem uma chance nova sempre, sem esforço, sem contar quantas vezes as chances já foram dadas… E choram e esperneiam se naum sao tratados como seus egos inflados dizem que deveriam.”

- Melody et http://www.vibeflog.com/melody/p/1475255

Começar de novo…

Estou aqui. De novo. Ainda bem que é sexta-feira e antecede um feriado prolongado.

Sadly, não vou hoje para CPN. Pensando bem, já deveria ter arrumado as malas.

(Pelo menos eu pretendo levar um goodie do BK pra mother… ^^)

Err… acho que vou jogar Shining in the darkness… *boceja*

Nisto que dá fazer trampo simples: nada para fazer até segunda ordem. ^_-

Para deleite de formandos em Letras

553 passwd.orig: The file access permissions do not allow the specified action.

Erro primário de linguagem em um sistema operacional de uma certa empresa de Armonk… -,-

(lembrando: I do, you do , he/she/it *does*, it does not *do*!)

Update: Eu erro, tu erras, e todo mundo erra. O problema é que só vi isto agora…

Hora da análise sintática! -,-

 ”The file access permissions do not allow the specified action.”

The file access -> it

The file access permissions -> they

O verbo “do” em “… do not allow the specified action” refere-se ao termo ”permissions”, logo:

I do - you do - he/she/it does - we do - they do

Por isso, a sentença está correta.

Pedindo desculpas ao Tio Sam agora.

Frase do dia

“Our ambition is to give you connected experiences 24 hours a day.” - Bill Gates introducing Sync, a Microsoft technology that connects cell phones and car stereos

Achei que a M$ não precisasse mais lançar produtos para manter seus usuários conectados 24 por dia… Pelo visto só o suporte ao Wind¢ws não é suficiente para isto. :P

Matéria de capa sobre Linux na PC World

Finalmente! A edição brasileira da revista PC World, da IDG (já famosa dentre os militantes de software livre pela quantidade de FUD relativos ao Linux publicados no portal IDG Now!), publicou uma matéria de capa sobre o crescimento do Linux e as reviravoltas que o permitiram tornar-se em um real oponente à até então hegemonia da Microsoft no mercado. E, pasmem: uma matéria crítica e que não sôa pejorativa, como já houve em diversas outras ocasiões.

A matéria “Pingüim bom de briga”, de Luís Fernando Tinoco (que pode ser conferida parcialmente aqui), procurou mostrar as coisas como são, e não como algumas empresas querem que seja, e já não era sem tempo. Coloca de forma realista a posição do Linux no mercado, como um austero candidato à “herança natural” do Unix no mercado de servidores, crescendo absurdos 20% em sua participação no mercado no último ano, e também como uma realidade ainda distante como preferência para os desktops pessoais e corporativos, mas encarando a aurora de um dia que parece ser promissor. Demonstra casos bem sucedidos de migração, ponderando dosadamente os riscos e benefícios, dando mérito à performance, portabilidade, e à amigabilidade crescente das aplicações.

Para brindar, conta com uma análise de distribuições para ambientes de desktop e para servidores, mantendo a imparcialidade e criticando de forma justa as distribuições. Ok, suspeito para falar, afinal o Slackware foi considerado mais estável entre as distros “server-based”… Mas, como bom fuçador e testador, pude analisar quase todas as distros apresentadas (exceto Fedora), e realmente posso dizer que a análise foi bastante fiel com todas elas. E para terminar, ainda comenta-se algumas aplicações, como o Gimp, Gaim, Firefox e Evolution.

Bem, sou dos primeiros a falar mal da PC World com relação ao tratamento habitual ao SL/CA e Linux, mas tenho de aplaudir a IDG pelo bom trabalho que foi feito nesta matéria.

PS: Só uma errata, que faço questão de enviar à redação: pode-se sim colocar uma foto pessoal no Gaim, embora, confesso, seja mais difícil de fazê-lo do que no M*senger. Faltou fuçar um pouco, mas vou relevar…

Sobre cafés e afins

Antes que alguém me pergunte o porquê de Coffeebreak estar sob Computers e ter tanta biodiversidade.

A tag Coffeebreak é aquela típica daquelas conversas da hora do café, aquele do meio da manhã ou depois do almoço. Por isso de ser tão off-topic.

Mas veja: café e computadores vivem em plena harmonia!

Café e off-topic: combina;

Café e computadores: combina (especialmente a essas horas…);

computadores e off-topic: combina;

Logo, não há o que discutir. E mesmo que houvesse: o blog é meu… :-P

Se isso não é hackerismo…

Estive ouvindo uma colega de trabalho falando sobre um bypass de redes feito em uma situação, referindo-se a isso como “gambiarra elegante”.

Levando-se em conta que, dentro de minha visão, ela é uma profissional um tanto quanto “alternativa”, pus-me a raciocinar o seguinte:

(Visto que este assunto já havia sido levantado antes)

- Segundo definição, um “hack” nada mais é do que uma solução elegante para um problema proposto.

- Sendo assim, uma “gambiarra elegante” como a dela (diga-se de passagem, muito elegante para minha compreensão (não sou exímio em redes. NAT? Tira do leite pra mim, por favor…)) deve ser considerada um “hack”.

- Logo: PORQUE AS PESSOAS QUE SÃO HACKERS NÃO SE ASSUMEM COMO TAL, AO INVÉS DE TRATAR O TERMO COM SUBESTIMAÇÃO? (Okay, desculpe pelo grito, eu não me contive…)

Ora, em tempos anteriores, ao discutir isso durante o almoço, a impressão que dava era a de que hackers são obcecados, os hacks são tidos como exagero, e a dedicação à cultura algo demasiado. Como se ao meu redor não houvesse uma dezena deles (especialistas em Unix, redes, softwares de integração, programação…).

O que percebo é que o termo hacker é usado de forma a diferenciar o profissional de um pseudo-maníaco, embora, na realidade, grande parte dos bons profissionais ali está por causa de suas perícias como hacker. Não são realidades distintas, nem se resumem apenas às grandes corporações ou centros de ensino.

Nós, como projetistas de uma nova era tecnológica, deveríamos deixar de ver os hackers nos outros e passarmos a sê-los. E usar nossa capacidade para alavancar ainda mais a tecnologia, seja pelo bem de uma corporação ou da comunidade (e, de preferência, os dois (precisamos de um sustento afinal, e este pode colaborar com outros no fim)).

Entendo, pela filosofia, o que difere o profissional do hacker é justamente o esmero em auxiliar a comunidade. Mas caso você seja um hacker assumido e discorde de minha opinião, só mais uma coisa: não trabalhamos só para nós, e uma empresa, e seus clientes, também são comunidade.