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Archive for the 'Coffeebreak' Category
Para Viver Um Grande Amor (Vinicius de Moraes)

Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois
ser de muitas, poxa! é de colher… — não tem nenhum valor.

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e
ser de sua dama por inteiro — seja lá como for. Há que fazer do corpo
uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma
espada — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o “velho
amigo”, que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande
amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja
apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o
grande amor.

Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de
que não existe amor sem fidelidade — para viver um grande amor. Pois
quem trai seu amor por
vaidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível
liberdade que traz um só amor.

Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é
preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar
sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também,
amortalhada no seu finado amor.

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito
mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do
que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a
esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor…

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas,
molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de
melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica
e gostosa farofinha, para o seu grande amor?

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto
e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É
preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a
mente, pois qualquer “baixo” seu, a amada sente — e esfria um pouco o
amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem
covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e
ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.

Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva obscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.

Texto extraído do livro “Para Viver Um Grande Amor”, José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1984, pág. 130.

Rinaldi: revisão

Hoje estou me dedicando a escrever sobre meus amigos virtuais (digo, reais… mas com quem falo com maior frequëncia pela web).

Tive a excelente oportunidade de rever alguns posts do Rinaldi mais antigos, os quais perdi na época em que sumi do mapa blogueiro.

Como fica difícil fazer uma seleção dos melhores (são vários), apenas recomendo a navegação pelas tags, muito bem organizadas. Há ótimas dicas de Linux e Firefox, e um senso de humor bastante requintado (melhor que requentado, sem dúvida!).

E este não está no site, mas tive de fazer o hack ético:

Belo RTFM! :D Boa noite… |-)

Liu: Porque ninguém visita o seu site

Mais um texto bacana da Liu, e o artigo citado é muito bacana mesmo.

Além de tudo, faço das palavras dela as minhas, e ponto! ;)

PS: Tá soando a código recursivo isto… :P

Testando: Performancing

Este post foi escrito para testar a Performancing, uma ferramenta para publicação de blogs bem no estilo “canivete suiço”, que é integrada ao Mozilla Firefox através de uma extensão relativamente leve.

Embora eu não seja o mais capacitado do cb.org para avaliar uma extensão, e tão pouco sou um blogger de propriedade, decidi explorar um pouco e tirar (quem sabe) algumas conclusões sobre esta. Para começar, na aba esquerda há um menu, onde você pode acessar o editor de texto (visualizado por padrão), que por sinal atende muito bem as expectativas,disponibilizando um editor rich text, o source editor, e ainda um previewer do texto. Às vezes ele dá umas bugadas, mas nada comprometedor.

A segunda opção é uma das mais interessantes: um visualizador de métricas sobre os acessos feitos ao blog, que é habilitado após um rápido procedimento de registro no site e de ativação das métricas para o seu blog, em três passos e uma colagem (de um script no footer da sua página). Sim, rápido! Até eu que sou lerdo gastei apenas uns cinco minutos nisto… e com uma bela compensação de ter informações sobre a saúde do meu estimado cantinho…

Depois, uma ferramenta de busca e de informações sobre seu blog atrelada ao Technorati, e na sequência uma de integração com o del.icio.us (nem precisa de hiperlink, não acham?), algo muito bacana, para quem quer manter todas as referências em mãos.

Aí vem as configurações, que ainda não são coisas de outro mundo, mas o que você queria por 220kb? :P Além do mais, a ferramenta possui suporte a temas e plugins, mas ainda há pouco o que incluir (vale citar aquela que integra o Performancing com o FireFTP, e a que permite publicação no myspace). Um about, e agora chega… deste lado.

Do lado direito, pesando 120 Kg, o desafiante… hum, esquece… (T_T)
Voltando à sanidade, do lado direito você encontra o widget de integração com os blogs (sim, pode-se configurar mais de um, a escolher… e serve para quem utiliza wordpress, drupal, blogger, livejournal… e os outros tive preguiça de ver). Neste widget, você pode configurar a categoria do post, visitar o histórico de post para visualizar e editar, e ainda verificar as notas. (Notas? dá pra acessar o site da facu? :D ) Você pode salvar um post como nota, como se fosse um rascunho. Bem legal mesmo.

Enfim, as impressões que tive do Perfomancing, como mero usuário de blog e web, foram bastante positivas, levando em conta esta série de recursos, todos bem úteis. Realmente vale dar uma chance.

PS: Também estreando o ffx 2.0. Eba! Agora tô com um navegador de última tendência… ;)

PS2: E pra comemorar, vai uma screenshot de brinde:

Post de anfitrião

Apenas para registrar que fico extremamente feliz e satisfeito pelas visitas feitas ao binary log (web log? há algumas controvérsias a respeito da palavra blog) ultimamente.

Thanks again, Rinaldi, Liu, Freak, Thiago, e aos que ainda não se manifestaram…

E estou curtindo, quem diria, esta blogosfera… :)

Sobre meninas e lobas (1): Em resposta
Primeiro, grato por ajudarem a construir a crítica, Liu e Rinaldi! Era pra ser um simples comentário, mas deste tamanho… Acabei respondendo de baixo para cima, e usando o método Yoda de construção de orações: não haver incômodo, de vocês espero… (^_^)
@Liu (ping): Não é meu IP real, é um proxy… da empresa, deixe-se claro (pensando num proxy em casa também…)
@Rinaldi (ping): Exceções sempre há! Infelizmente elas são tratadas antes de chegar até alguns…
@Liu (pong): Desculpe se a aparência é extremista, não quis dizer isso. De fato, nada impede o equilíbrio e, sincero, esta seria a visão idelógica da mulher ideal. Aquele conceito de que um homem busca na companheira a mulher, a mãe e a amiga, e que eu mesmo achei balela por anos, dado que minha mãe é pauleira…

Infelizmente, percebe-se que grande parte das mulheres condicionam-se em um dos dois lados, e as que procuram o lógico e confortante equilíbrio, são as raras 1:289 (dentro dos meus conhecimentos, as proporções são algo deste tipo).

Revendo o texto acho até que poderia fazer alguns adendos, para esclarer algumas frases obscuras. Quando digo, por exemplo, daquelas garotas de postura, digamos assim, conservadoras, não quero dizer que só sabem chorar e obedecer XXY… Elas têm pulso, vigor, e sabem sim como portar-se diante da sociedade como cidadãs, como toda mulher dignaria-se em se comportar. Ainda assim, não se sentem seguras o bastante para tomar um posto social ante o visível machismo perdurador, que seria o fogo libertador deste tipo de preconceito para elas.

Do mesmo modo, há aquelas que sabem muito bem que a igualdade socil conquista-se com pulso firme, e busca um lugar seguro na sociedade atual. Contudo, algumas obstinam-se de tal forma que, quando expõem uma faceta mais branda, chegam até a parecerem mais indefesas do que as primeiras.

Ademais, o fato de estarem sempre em busca desta bandeira de igualdade acaba fazendo com que elas acabem ultrapassando-na, postando-se sempre como superiores e de forma hostil, e gerando o feminismo preconceituoso tal qual o machismo. É visível (digo por mim), que na medida em que isto ultrapassa as barreiras sociais e esbarra no campo dos relacionamentos, acaba gerando transtornos aborrecedores. Reações descabidas, brigas, distonância, e até inimizades.

Gostaria de concordar contigo em relação ao equilíbrio, pois seria muito agradável conviver com alguém que possua tais atributos, e saiba discordar quando preciso, concordar quando viável, submeter caso necessário e sobressair sempre que devido. Estupendo! Exemplo de vida afetiva harmoniosa! Mas quem dera a escala HomemConsciente:MulherIdeal fosse mais relativa a ponto de me atingir…

@Rinaldi (pong): Lisonjeado pelos elogios, mas não falo mais que bobagens das minhas células cinzentas… Mas se serve-te para algo, sinto-me útil.

Sobre meninas e lobas (e a “Síndrome do ‘Eu sou f*’”)

Update: {

Dando os devidos créditos ao Sr. Mário Felipe Rinaldi pela terminologia “Síndrome do ‘Eu sou F*’”.

}

A estas horas, tratar assuntos como este é algo, no mínimo, comprometedor à estabilidade física do escrevente (ainda mais agora, tendo a ilustre visita da Liu). Mas vale o risco pela linha de raciocínio…

Dias atrás (não era o *Dias*, para os engraçadinhos de plantão), conversava com o Sr. Rinaldi, que acabara por passar por mais uma das atribulações de lidar com as mulheres. Após algumas biritas (leia-se shake de proteína batido no suco de laranja) e prosas, me vi envolto pela conclusão (talvez precipitada, talvez tardia) de que as mulheres modernas podem ser subdivididas em dois espécimes:

- As que se conformam com o machismo pré-imposto pela sociedade;

- As que não se conformam nem que o Winston Churchill dissertasse por 72 horas sobre o assunto;

O grande problema nisto tudo é o desequilíbrio: o primeiro time, de comportamento em geral mais submisso e reservado (não deixando de ter pulso por isso), é o típico esteriótipo da femininidade (de acordo com os padrões machistas, bem dito), ao passo que também pode possuir um comportamento “não me toques” (caracterizado pela idéia fixa de que homens são apressados ou que estão “forçando a barra”, qualquer que seja a extremidade comportamental (romântico ou turrão, sempre nestes extremos)), digno de pesadelos mútuos por muitos e muitos dias.

O segundo tipo, contudo, busca a tão bem-quista liberdade de expressão e igualdade (não que não sejamos todos iguais, mas parece que o estigma machista ainda é o calcanhar-de-aquiles do pensamento feminino), quase como um ideal comunista. Estas não aceitam tripudiação de homem algum, são altivas, enérgicas, obstinadas pelo sucesso e a independência, ávidas pela integração social… nossa! O típico exemplo de ser vivo que um homem bem-sucedido e mente aberta gostaria para companhia eterna.

Entretanto, este comportamento por demais vívido acaba gerando, em algumas espécies, algo que pode ser definido como “a síndrome do ‘eu sou f*’” (leia a regex como preferir…). A “coisa” de ser igualitária é tanta, que às vezes acaba gerando um feminismo forçado, levando ao ditadorismo, orgulho e uma pitadinha de desdém proposital (só de birra para dizer, subliminarmente: “quem manda sou eu, obedeça se tiver juízo!”), que levam um homem de boa vontade à dependência de Aspirina e à migração incessante pelos consultórios de psicologia…

O que mais me impressiona, como um convivente com pessoas que sofrem da síndrome, é que estes mesmos símbolos de poder e onipotência costumam sofrer de carências e traumas psicológicos inatos (talvez fator motivacional para adotarem tal complexo de inferioridade). De fato, parecem mais dependentes do que um urso de pelúcia às vezes… Talvez sejam elas mais desejosas de atenção e disponibilidade do que as “Amélias” da vida, possivelmente também pela vida atribulada a que se destinam.

Sinceramente, não sei qual destes tipos é pior para se conviver. O certo é que é melhor viver em prol de suas companhias do que o celibato. Machismo? Não é impossível, “homem é tudo igual mesmo”, não é isto? Mas é inegável que, exceto pelos que optam pelo homossexualismo, a dependência homem-mulher é mútua.

Nota: Não sou psicólogo, sexólogo, *logo, apenas um doidivana tentando entender um universo além de sua própria compreensão. E este artigo possui apenas embasamento em opiniões e experiências pessoais, podendo ser fortemente refutado por qualquer ser pensante que discorde do apresentado.

PS: Impressões finais: Ora, parece que a mulher perfeita só existe para o próximo. E as vezes a imperfeição chega a níveis homéricos, o que possibilita a total estafa. Pensando bem, melhor concordar com Franz Kafka e virar celibatário em favor de uma arte maior, que ganho é mais!

[insert raios múltiplos! Não é o desejo, mas parece não sobrar muita escolha por estas horas…]

Agora vivo uma vida saudável (ou Os buttons dominarão o mundo…)

Devo dizer que, desde “Entre facas e band-aids”, muita coisa mudou na minha rotina, e no comportamento deste vil escrevente. Me tornei melhor em partes, pior em outras, e cheguei à algumas conclusões fundamentais:

+ Não se pode ser sempre perfeito para todos;

+ … Mas posso continuar sendo eu da mesma forma, pois foi assim que o mundo me viu e me adotou;

+ Não mudo as posturas, mas até mudo os pontos de vista, se necessário;

+ Amo mesmo, e daí? E se você não gosta disso, tente a sorte com a sua razão e a mútua dominação com que acostumaste…;

+ … O que não me tira do raciocínio lógico, que me põe à frente e garante meu sustento, graças ao bom Deus;

+ Tenho que cuidar da saúde como um todo, não só a mental, mas também a física;

+ E isto não é papo de metrossexual, e sim de gente saudável, consciente;

+ Preciso me inteirar deste papo de bem-estar, qualidade de vida, saúde… e nada melhor do que me afiliar a uma corporação que lida com isso;

+ Não devo ter vergonha de gostar de tudo o que faço;

+ Embora não precise ser perfazista e ficar espalhando aos quatro cantos…

+ (Mas quando convém…);

+ Preciso emagracer… até pra continuar com minha “sindrome da diferença”;

(Afinal de contas, 80% das pessoas de TI que conheço estão acima do peso, e como faço questão de ser diferente de tudo, custa o quê ficar no peso?)

+ Mudar hábitos alimentares e deixar de ser sedentário 100% também não parece mau;

Bom, em suma: Aprendi que condicionar meu corpo e minha mente para o que vem, e para deixar para trás o que veio e parece distante agora, seria um grande passo para que meu futuro chegue com a convicção que desejo, para mim e para quem tenho apreço. É, sou louco de fato, pois continuo insandecido como antes (até tanto mais), e ainda busco razão para viver uma nova vida, saudável de todo.

(falei que estive me reconstruindo… (^U^) )

Em relaçao ao subtítulo: Depois que passei a adotar programas de nutrição celular, comecei a ver tanta gente de button… Nunca vi tantas vezes a categórica frase “Quer emagracer? Pergunte-me como!”. Até parece praga, e eu até entendo porque tem gente que torce o nariz pra esta história! (^-^)
Acho que este treco de nutrição celular vai dominar o planeta daqui a pouco… Mas hoje até acho que isto pode fazer mais bem do que mal. Veja bem, é melhor que a Microsuckit (que nos deixa sedentários, neurotizados, nervosos, ignorantes, e ainda ranca nossa grana com licença de janela! (T_T) )… Ao menos estarei consumindo saúde, vamos convir.

(Se você quiser, até posso falar a respeito também… mas fica pra outra hora, não estou muito a fim de fazer propaganda a esta hora (mais que isto, ao menos))

Seis coisas que devem saber sobre mim, ou não…

Eu vi no blog do Mário, que viu no site da Liu, que viu no site da Zel, que viu em algum outro lugar… Depois me convençam de que isto não é corrente… (@_@)

Mas gosto do tema, então, que seja!

!) Sou inventivo demais: Sabe quando alguém diz: “Faça um guarda-chuva”, e você entrega um guarda-chuva automático, com hastes flexíveis e botão de acionamento analógico, sendo que era apenas para ser uma sombrinha? Aplique isto ao desenvolvimento e teste de softwares, e irá me encontrar…

@) Sou um andarilho sem rumo em busca de um amor sincero e justo, como 98% dos librianos que conheço, o que me faz ser meio romântico demais às vezes (sendo que as mulheres, modernas, independentes, seguras de si, parecem odiar este comportamento).

#) Adoro jogos estratégicos! Xadrez, RPG, Magic: the gathering, reversi, mahjong, sudoku, jogos estratégicos de tabuleiro (inclua War, Combate, Supremacia, Banco Imobiliário, Jogo da Vida, Detetive, e outras milongas mais…), relacionamentos interpessoais… (^O^)

$) Sou muito techie… embora não tenha nem onde cair morto, não posso ver novas tecnologias saindo do forno, que já fico apetecido. E síndrome de querer sempre o melhor (wishlist inclui LifeDrive v2, Zaurus, Walkman w800i, ThinkPad X40, e um iSeries em casa não seria ruim…).

%) Tome as devidas precauções caso me veja resmungando ou escrevendo em inglês: embora seja também um hobbie, e base para diversas piadas e trocadilhos, também pode significar que eu estou irritado com algo… So, if you see something like this someday, avoid me! I’ll be so angry to explain about… (*~*)

“) Adoro subculturas, sejam elas musicais, sociais, computacionais. Sou fã de cultura hacker, e quem sabe um dia tenha moral para me considerar um. Gostar de wordplays e typeplays pode ser considerado um começo?

Cabeceira: “Paul Seebs, Hacker/Manager How-to”, “Eric S. Raymond, The catedral and the bazaar” (Sem contar o Jargon file…), só pra citar dois dos mestres…

(Qualquer hora faço um “inventário” das recomendações, por hora, nada de ultrapassar o limite…)

Britadeira…

Estou em reconstrução constante… volto assim que parar o zunido!

(Metadata: tô devendo 1.5 meses de blog, logo pago!)