Archive for October, 2006
Testando: Performancing

Este post foi escrito para testar a Performancing, uma ferramenta para publicação de blogs bem no estilo “canivete suiço”, que é integrada ao Mozilla Firefox através de uma extensão relativamente leve.

Embora eu não seja o mais capacitado do cb.org para avaliar uma extensão, e tão pouco sou um blogger de propriedade, decidi explorar um pouco e tirar (quem sabe) algumas conclusões sobre esta. Para começar, na aba esquerda há um menu, onde você pode acessar o editor de texto (visualizado por padrão), que por sinal atende muito bem as expectativas,disponibilizando um editor rich text, o source editor, e ainda um previewer do texto. Às vezes ele dá umas bugadas, mas nada comprometedor.

A segunda opção é uma das mais interessantes: um visualizador de métricas sobre os acessos feitos ao blog, que é habilitado após um rápido procedimento de registro no site e de ativação das métricas para o seu blog, em três passos e uma colagem (de um script no footer da sua página). Sim, rápido! Até eu que sou lerdo gastei apenas uns cinco minutos nisto… e com uma bela compensação de ter informações sobre a saúde do meu estimado cantinho…

Depois, uma ferramenta de busca e de informações sobre seu blog atrelada ao Technorati, e na sequência uma de integração com o del.icio.us (nem precisa de hiperlink, não acham?), algo muito bacana, para quem quer manter todas as referências em mãos.

Aí vem as configurações, que ainda não são coisas de outro mundo, mas o que você queria por 220kb? :P Além do mais, a ferramenta possui suporte a temas e plugins, mas ainda há pouco o que incluir (vale citar aquela que integra o Performancing com o FireFTP, e a que permite publicação no myspace). Um about, e agora chega… deste lado.

Do lado direito, pesando 120 Kg, o desafiante… hum, esquece… (T_T)
Voltando à sanidade, do lado direito você encontra o widget de integração com os blogs (sim, pode-se configurar mais de um, a escolher… e serve para quem utiliza wordpress, drupal, blogger, livejournal… e os outros tive preguiça de ver). Neste widget, você pode configurar a categoria do post, visitar o histórico de post para visualizar e editar, e ainda verificar as notas. (Notas? dá pra acessar o site da facu? :D ) Você pode salvar um post como nota, como se fosse um rascunho. Bem legal mesmo.

Enfim, as impressões que tive do Perfomancing, como mero usuário de blog e web, foram bastante positivas, levando em conta esta série de recursos, todos bem úteis. Realmente vale dar uma chance.

PS: Também estreando o ffx 2.0. Eba! Agora tô com um navegador de última tendência… ;)

PS2: E pra comemorar, vai uma screenshot de brinde:

Post de anfitrião

Apenas para registrar que fico extremamente feliz e satisfeito pelas visitas feitas ao binary log (web log? há algumas controvérsias a respeito da palavra blog) ultimamente.

Thanks again, Rinaldi, Liu, Freak, Thiago, e aos que ainda não se manifestaram…

E estou curtindo, quem diria, esta blogosfera… :)

Matéria de capa sobre Linux na PC World

Finalmente! A edição brasileira da revista PC World, da IDG (já famosa dentre os militantes de software livre pela quantidade de FUD relativos ao Linux publicados no portal IDG Now!), publicou uma matéria de capa sobre o crescimento do Linux e as reviravoltas que o permitiram tornar-se em um real oponente à até então hegemonia da Microsoft no mercado. E, pasmem: uma matéria crítica e que não sôa pejorativa, como já houve em diversas outras ocasiões.

A matéria “Pingüim bom de briga”, de Luís Fernando Tinoco (que pode ser conferida parcialmente aqui), procurou mostrar as coisas como são, e não como algumas empresas querem que seja, e já não era sem tempo. Coloca de forma realista a posição do Linux no mercado, como um austero candidato à “herança natural” do Unix no mercado de servidores, crescendo absurdos 20% em sua participação no mercado no último ano, e também como uma realidade ainda distante como preferência para os desktops pessoais e corporativos, mas encarando a aurora de um dia que parece ser promissor. Demonstra casos bem sucedidos de migração, ponderando dosadamente os riscos e benefícios, dando mérito à performance, portabilidade, e à amigabilidade crescente das aplicações.

Para brindar, conta com uma análise de distribuições para ambientes de desktop e para servidores, mantendo a imparcialidade e criticando de forma justa as distribuições. Ok, suspeito para falar, afinal o Slackware foi considerado mais estável entre as distros “server-based”… Mas, como bom fuçador e testador, pude analisar quase todas as distros apresentadas (exceto Fedora), e realmente posso dizer que a análise foi bastante fiel com todas elas. E para terminar, ainda comenta-se algumas aplicações, como o Gimp, Gaim, Firefox e Evolution.

Bem, sou dos primeiros a falar mal da PC World com relação ao tratamento habitual ao SL/CA e Linux, mas tenho de aplaudir a IDG pelo bom trabalho que foi feito nesta matéria.

PS: Só uma errata, que faço questão de enviar à redação: pode-se sim colocar uma foto pessoal no Gaim, embora, confesso, seja mais difícil de fazê-lo do que no M*senger. Faltou fuçar um pouco, mas vou relevar…

Sobre meninas e lobas (1): Em resposta
Primeiro, grato por ajudarem a construir a crítica, Liu e Rinaldi! Era pra ser um simples comentário, mas deste tamanho… Acabei respondendo de baixo para cima, e usando o método Yoda de construção de orações: não haver incômodo, de vocês espero… (^_^)
@Liu (ping): Não é meu IP real, é um proxy… da empresa, deixe-se claro (pensando num proxy em casa também…)
@Rinaldi (ping): Exceções sempre há! Infelizmente elas são tratadas antes de chegar até alguns…
@Liu (pong): Desculpe se a aparência é extremista, não quis dizer isso. De fato, nada impede o equilíbrio e, sincero, esta seria a visão idelógica da mulher ideal. Aquele conceito de que um homem busca na companheira a mulher, a mãe e a amiga, e que eu mesmo achei balela por anos, dado que minha mãe é pauleira…

Infelizmente, percebe-se que grande parte das mulheres condicionam-se em um dos dois lados, e as que procuram o lógico e confortante equilíbrio, são as raras 1:289 (dentro dos meus conhecimentos, as proporções são algo deste tipo).

Revendo o texto acho até que poderia fazer alguns adendos, para esclarer algumas frases obscuras. Quando digo, por exemplo, daquelas garotas de postura, digamos assim, conservadoras, não quero dizer que só sabem chorar e obedecer XXY… Elas têm pulso, vigor, e sabem sim como portar-se diante da sociedade como cidadãs, como toda mulher dignaria-se em se comportar. Ainda assim, não se sentem seguras o bastante para tomar um posto social ante o visível machismo perdurador, que seria o fogo libertador deste tipo de preconceito para elas.

Do mesmo modo, há aquelas que sabem muito bem que a igualdade socil conquista-se com pulso firme, e busca um lugar seguro na sociedade atual. Contudo, algumas obstinam-se de tal forma que, quando expõem uma faceta mais branda, chegam até a parecerem mais indefesas do que as primeiras.

Ademais, o fato de estarem sempre em busca desta bandeira de igualdade acaba fazendo com que elas acabem ultrapassando-na, postando-se sempre como superiores e de forma hostil, e gerando o feminismo preconceituoso tal qual o machismo. É visível (digo por mim), que na medida em que isto ultrapassa as barreiras sociais e esbarra no campo dos relacionamentos, acaba gerando transtornos aborrecedores. Reações descabidas, brigas, distonância, e até inimizades.

Gostaria de concordar contigo em relação ao equilíbrio, pois seria muito agradável conviver com alguém que possua tais atributos, e saiba discordar quando preciso, concordar quando viável, submeter caso necessário e sobressair sempre que devido. Estupendo! Exemplo de vida afetiva harmoniosa! Mas quem dera a escala HomemConsciente:MulherIdeal fosse mais relativa a ponto de me atingir…

@Rinaldi (pong): Lisonjeado pelos elogios, mas não falo mais que bobagens das minhas células cinzentas… Mas se serve-te para algo, sinto-me útil.

Sobre meninas e lobas (e a “Síndrome do ‘Eu sou f*’”)

Update: {

Dando os devidos créditos ao Sr. Mário Felipe Rinaldi pela terminologia “Síndrome do ‘Eu sou F*’”.

}

A estas horas, tratar assuntos como este é algo, no mínimo, comprometedor à estabilidade física do escrevente (ainda mais agora, tendo a ilustre visita da Liu). Mas vale o risco pela linha de raciocínio…

Dias atrás (não era o *Dias*, para os engraçadinhos de plantão), conversava com o Sr. Rinaldi, que acabara por passar por mais uma das atribulações de lidar com as mulheres. Após algumas biritas (leia-se shake de proteína batido no suco de laranja) e prosas, me vi envolto pela conclusão (talvez precipitada, talvez tardia) de que as mulheres modernas podem ser subdivididas em dois espécimes:

- As que se conformam com o machismo pré-imposto pela sociedade;

- As que não se conformam nem que o Winston Churchill dissertasse por 72 horas sobre o assunto;

O grande problema nisto tudo é o desequilíbrio: o primeiro time, de comportamento em geral mais submisso e reservado (não deixando de ter pulso por isso), é o típico esteriótipo da femininidade (de acordo com os padrões machistas, bem dito), ao passo que também pode possuir um comportamento “não me toques” (caracterizado pela idéia fixa de que homens são apressados ou que estão “forçando a barra”, qualquer que seja a extremidade comportamental (romântico ou turrão, sempre nestes extremos)), digno de pesadelos mútuos por muitos e muitos dias.

O segundo tipo, contudo, busca a tão bem-quista liberdade de expressão e igualdade (não que não sejamos todos iguais, mas parece que o estigma machista ainda é o calcanhar-de-aquiles do pensamento feminino), quase como um ideal comunista. Estas não aceitam tripudiação de homem algum, são altivas, enérgicas, obstinadas pelo sucesso e a independência, ávidas pela integração social… nossa! O típico exemplo de ser vivo que um homem bem-sucedido e mente aberta gostaria para companhia eterna.

Entretanto, este comportamento por demais vívido acaba gerando, em algumas espécies, algo que pode ser definido como “a síndrome do ‘eu sou f*’” (leia a regex como preferir…). A “coisa” de ser igualitária é tanta, que às vezes acaba gerando um feminismo forçado, levando ao ditadorismo, orgulho e uma pitadinha de desdém proposital (só de birra para dizer, subliminarmente: “quem manda sou eu, obedeça se tiver juízo!”), que levam um homem de boa vontade à dependência de Aspirina e à migração incessante pelos consultórios de psicologia…

O que mais me impressiona, como um convivente com pessoas que sofrem da síndrome, é que estes mesmos símbolos de poder e onipotência costumam sofrer de carências e traumas psicológicos inatos (talvez fator motivacional para adotarem tal complexo de inferioridade). De fato, parecem mais dependentes do que um urso de pelúcia às vezes… Talvez sejam elas mais desejosas de atenção e disponibilidade do que as “Amélias” da vida, possivelmente também pela vida atribulada a que se destinam.

Sinceramente, não sei qual destes tipos é pior para se conviver. O certo é que é melhor viver em prol de suas companhias do que o celibato. Machismo? Não é impossível, “homem é tudo igual mesmo”, não é isto? Mas é inegável que, exceto pelos que optam pelo homossexualismo, a dependência homem-mulher é mútua.

Nota: Não sou psicólogo, sexólogo, *logo, apenas um doidivana tentando entender um universo além de sua própria compreensão. E este artigo possui apenas embasamento em opiniões e experiências pessoais, podendo ser fortemente refutado por qualquer ser pensante que discorde do apresentado.

PS: Impressões finais: Ora, parece que a mulher perfeita só existe para o próximo. E as vezes a imperfeição chega a níveis homéricos, o que possibilita a total estafa. Pensando bem, melhor concordar com Franz Kafka e virar celibatário em favor de uma arte maior, que ganho é mais!

[insert raios múltiplos! Não é o desejo, mas parece não sobrar muita escolha por estas horas…]

.hack//A lenda do bracelete do crepúsculo

Bastante interessante, para um pobre geek, este título. Não, não o título do post, e sim esta obra fictícia em forma de mangá.

Estive esperando já a algum tempo a chegada de .hack no Brasil, até para conferir direitinho do que se tratava (sim, aquela questão de defender uma ética hacker…). Como nem paciência nem grana tive para adquirir o original em japonês, aguardei por cerca de dois anos até este lançamento da Editora JBC.

Aliás, outro fator crucial pelo qual eu não fui atrás do shônen antes é meu pé atrás com a Clamp. Sabe, estas personagenzinhas SD de aspecto infantil envolvidas em estórias sci-fi mirabolantes (vide Akira Toriyama) até para os irmãos Wachowski (vide V for Vendetta, The Matrix) nunca foram meu escopo…

Entretanto, como eu esperava, esta empreitada é *bem* mais interessante que outras coisas que já vi do Clamp (bom, salvo X e Tokyo Babylon… e, vejam, é a minha opinião). Lógico, ainda mantém o perfilzinho pré-adolescente, mas é bem mais envolvente.

Ok, assumo, talvez isto ocorra pelo fato de eu ser techie e ficar viajando na maionese nas questões técnicas que envolveriam a trama. Mas vale a pena, até por usar uma temática bem mais próxima de uma realidade (virtual) de diversos geeks viciadinhos em MMORPG (Massive Multiplayer Online Role Playing Game, para os íntimos). Bom, mas ainda mirabolante, como toda produção do Clamp…

Uma breve sinopse: Shugo e Rena são irmãos gêmeos de 14 anos de idade. Rena atualmente está jogando um MMORPG super famoso, um tal de The World, que utiliza como tecnologia um FMD (Face-Mounted Display, tipo aquele joguinho de guerra dos arcades (esqueci o nome, mal…), que você coloca o capacete na cabeça e sai atirando na galera… só que este é levinho como um 3D-glass), e decide apresentar o jogo para o irmão.

Shugo, “maduro demais para jogos”, desaprova a idéia a princípio (coisa pra nerds e tudo), mas decide testar, visto que Rena foi sorteada com uns avatares limitados, atribuídos como sendo os dos lendários .hackers (sugestivo, não?), que são tidos como os únicos jogadores a desvendarem o “Último mistério” (seja lá o que isso for…). No fim, o cara começa a gostar da idéia, e começa a jogar com a “mana” (motivos para as aspas no noticiário das 11). Daí, numa destas de proteger Rena de um Golem, Shugo morre… mas é estranhamente revivido por uma garota de olhão esbugalhado e vestido branco, chamada Aura, que além de revivê-lo, entrega um bracelete deveras misterioso, além de dar uma bitoca na boca do rapaz (que fala mal de nerd, mas cujo este é o primeiro beijo da vida dele, e ainda por cima é virtual). Daí pra frente, o cara se empolga e decide encarar a aventura, e motivos não faltam… Agora ele quer reencontrar a Aura, que de quebra diz a ele que será aquele a reviver a lenda dos .hackers, entender o que isto por acaso significa, e também dar uma sova de leve no paladino que está segurando a irmã dele no colo quando ele volta à vida, um tal de Balmung…

E assim, a estória come solta, rumo a descobertas surpreendentes dentro deste mundo virtual que possui muito mais que bytes e artworks… (rola trama política, oba!) E dá até pra pirar nas idéias técnicas e tentar prever o futuro da trama, caso habilite-se. E o legal: sem colocar aqueles estigmas preconceituosos de que hackers são a escória (visto na figura dos .hackers, que são tidos como os mestres do The World (mas como uma ameaça também… tanto virtual, como tecnológica, ou política, como toda elite…)).

Neste momento, a edição em banca é a #3, mas creio que ainda dê pra achar as duas edições anteriores em algumas bancas. No mais, nada que uma passadinha na Comix não resolva…

Arte de Rei Idumi e roteiro de Tatsuya Kamazaki, para não esquecer a citação autoral.

Agora vivo uma vida saudável (ou Os buttons dominarão o mundo…)

Devo dizer que, desde “Entre facas e band-aids”, muita coisa mudou na minha rotina, e no comportamento deste vil escrevente. Me tornei melhor em partes, pior em outras, e cheguei à algumas conclusões fundamentais:

+ Não se pode ser sempre perfeito para todos;

+ … Mas posso continuar sendo eu da mesma forma, pois foi assim que o mundo me viu e me adotou;

+ Não mudo as posturas, mas até mudo os pontos de vista, se necessário;

+ Amo mesmo, e daí? E se você não gosta disso, tente a sorte com a sua razão e a mútua dominação com que acostumaste…;

+ … O que não me tira do raciocínio lógico, que me põe à frente e garante meu sustento, graças ao bom Deus;

+ Tenho que cuidar da saúde como um todo, não só a mental, mas também a física;

+ E isto não é papo de metrossexual, e sim de gente saudável, consciente;

+ Preciso me inteirar deste papo de bem-estar, qualidade de vida, saúde… e nada melhor do que me afiliar a uma corporação que lida com isso;

+ Não devo ter vergonha de gostar de tudo o que faço;

+ Embora não precise ser perfazista e ficar espalhando aos quatro cantos…

+ (Mas quando convém…);

+ Preciso emagracer… até pra continuar com minha “sindrome da diferença”;

(Afinal de contas, 80% das pessoas de TI que conheço estão acima do peso, e como faço questão de ser diferente de tudo, custa o quê ficar no peso?)

+ Mudar hábitos alimentares e deixar de ser sedentário 100% também não parece mau;

Bom, em suma: Aprendi que condicionar meu corpo e minha mente para o que vem, e para deixar para trás o que veio e parece distante agora, seria um grande passo para que meu futuro chegue com a convicção que desejo, para mim e para quem tenho apreço. É, sou louco de fato, pois continuo insandecido como antes (até tanto mais), e ainda busco razão para viver uma nova vida, saudável de todo.

(falei que estive me reconstruindo… (^U^) )

Em relaçao ao subtítulo: Depois que passei a adotar programas de nutrição celular, comecei a ver tanta gente de button… Nunca vi tantas vezes a categórica frase “Quer emagracer? Pergunte-me como!”. Até parece praga, e eu até entendo porque tem gente que torce o nariz pra esta história! (^-^)
Acho que este treco de nutrição celular vai dominar o planeta daqui a pouco… Mas hoje até acho que isto pode fazer mais bem do que mal. Veja bem, é melhor que a Microsuckit (que nos deixa sedentários, neurotizados, nervosos, ignorantes, e ainda ranca nossa grana com licença de janela! (T_T) )… Ao menos estarei consumindo saúde, vamos convir.

(Se você quiser, até posso falar a respeito também… mas fica pra outra hora, não estou muito a fim de fazer propaganda a esta hora (mais que isto, ao menos))

Diário de sola (1)

Então, só pra atualizar… levei tropicão no mesmo local de novo, e desta vez sem garota para olhar!

PS: Deve estar amaldiçoado, aquele lugar!

PS2: Olha que voltava do serviço, e nem ao menos bebi, para obter um álibi…

PS3: Continuo desejoso de jogar… mas se quiser emprestar um PS2 com Durge of Cerberus, já fico agradecido.

Um mês depois…

Sabe quando você está verboso e criativo demais, o bastante para escrever até scraps para o seu alter ego? Pois é, dia da sorte!

Afinal, após alguns 2.5 meses de atividade escassa e fraquejante, decido postar algo de novo por aqui. OK, OK… não esperem por posts diários super-atualizados, e cheios de dicas úteis e vitais.

(Até porque já tem gente boa demais fazendo isso por aqui… )

Mas até dá pra fazer alguma algazarra, e quem sabe postar coisas o mínimo interessantes. Bom, se você é daqueles seres que morrem para entrar em weblogs e saber da vida alheia, dar-lhes-ei um tostão de minha contribuição.

A pergunta que não cala: porque, após meses de inatividade, decido escrever algo tão explicativo e sem o mínimo de conteúdo utilizável?

Bem, eu falei que estava meio verboso hoje…